Módulo 4

Módulo 4 - Recursos Educativos Abertos Acessíveis

Semanas 8 e 9 – de 19 maio a 1 junho

O quarto módulo tem como finalidade abordar os recursos educativos abertos, a acessibilidade dos documentos e as licenças dos produtos. Texto introdutório - ler



Recursos módulo 4

  1. Apresentação (Prezi)
  2. Declaração Educação Aberta (Cape Town, 2007)
  3. Declaração Recursos Educativos Abertos (UNESCO, 2012)
  4. Recursos Educativos Abertos (e-book brasileiro)
  5. Portal das Escolas (Recursos Educativos Digitais - comunidade)
  6. LRE for schools (repositório europeu de recursos)
  7. Webinar DGE - Criação de Recursos Educativos Digitais Abertos 
  8. Webinar DGE - Daisy 2012 - Audiolivros para alunos com NEE    
  9. Acessibilidade dos documentos
  10. Creative Commons
  11. Licenças (video remix)

Recursos adicionais em agregadores

  1. Pinterest (OER/REA, Creative Commons, GNU)
  2. Livebinders (OER)

 

Atividades comuns

  1. Ler e explorar os recursos.
  2. Publicar, pelo menos, um comentário individual sobre a temática deste módulo no espaço de comentários desta página.
Questão para estimular a discussão: Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos? Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim. Como encara o seu potencial?

  

Atividade individual ou de grupo (obrigatória para efeitos de certificação)

Escolha uma das seguintes alternativas de atividades que poderá realizar individualmente ou em grupo:
  1. Crie um recurso educativo aberto (ou mais, em múltiplo formato) que se insira na unidade de aprendizagem planeada no módulo anterior, atendendo às acessibilidades do recurso e atribuindo uma licença que possibilite a reutilização por outros. Poderá utilizar qualquer ferramenta livre  (book builderstorybirdpowtoon, windows media maker … veja os demos e explore outras ferramentas no guião do curso). A legendagem de vídeos poderá ser feita com aplicações livres como o Amara, com uma funcionalidade automática de carregamento no Youtube. Disponibilize o URL na área de registo da atividade 4. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.
  2. Selecione um tema que seja do seu agrado (a sua profissão, atividades de lazer, ...) e faça uma apresentação sobre o mesmo utilizando uma ferramenta livre (vide cool tools for schools), tendo em atenção as acessibilidades do recurso e a atribuição de licença aberta. Disponibilize o URL na área de registo da atividade 4. Independentemente da alternativa que escolheu (individual ou em grupo) registe a atividade no e-portefólio individual.
Selecione um dos trabalhos dos seus pares e comente-o no espaço de comentários desta página. Registe  no  e-portefólio individual.

Dúvidas

Verifique em primeiro lugar, se a sua dúvida não está respondida nas FAQ que se encontram em «Ajuda».
Cada módulo incluirá uma área de comentários, no final da página, onde deverão ser colocadas mensagens e contributos para a discussão do tema do módulo.
Dúvidas específicas sobre as atividades serão respondidas na área de registo da atividade 4, em «Está a acontecer».

Contactos dos facilitadores

Ida Brandão
Paulo Gomes Nunes
Sílvia Santinho Canha 

307 comentários:

«O mais antigo   ‹Mais antiga   201 – 307 de 307
Ana Rodrigues disse...

Comentário ao trabalho da colega Mundo das TI - Liliana Paiva :

http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=91532&page=1

Achamos este trabalho muito interessante e dinâmico pela colocação das duas personagens, o Pipoca e a Estrela. Está muito simples, mas diz tudo, já que as imagens dizem tudo, não necessitando de legenda, e a explicação é sucinta e clara. Se clicarmos nas duas personagens teremos uma elucidação mais completa. Consideramos, também que a utilização de uma linguagem pausa, simples e clara facilita a compreensão da informação por parte de todos os alunos, mesmos os alunos com nee. É muito bom para apresentarmos às crianças nas aulas TIC do 1.º ciclo, já que muitas delas aprendem mais através de imagens memorizando com mais facilidade. Fazendo referência a Gardner, este trabalho é exposto de forma a estimular vários tipos de inteligências, potenciando assim uma aprendizagem mais eficaz e douradora.

Com os melhores cumprimentos
e continuação de bom trabalho

Andreia Branco disse...

Comentário ao trabalho da colega Mundo das TI - Liliana Paiva:
http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=91532&page=1
Achei este trabalho muito interessante e dinâmico pela colocação das duas personagens, o Pipoca e a Estrela. Está muito simples, mas diz tudo, já que as imagens dizem tudo, não necessitando de legenda, e a explicação é sucinta e clara. Se clicarmos nas duas personagens teremos uma elucidação mais completa. Considero, também que a utilização de uma linguagem pausada, simples e clara facilita a compreensão da informação por parte de todos os alunos, mesmos os alunos com NEE. É muito bom para apresentarmos às crianças nas aulas TIC do 1.º ciclo, já que muitas delas aprendem mais através de imagens memorizando com mais facilidade. Fazendo referência a Gardner, este trabalho é exposto de forma a estimular vários tipos de inteligências, potenciando assim uma aprendizagem mais eficaz e douradora.

ana dinis disse...


O meu trabalho encontra-se em:
http://anitadinis.blogspot.pt/search/label/M%C3%B3dulo%204
Foi uma enorme descoberta para mim os REA. Não os cenhecia de todo.
Obrigada pela experiência

José Manuel Amaral disse...

Comentário sobre Trabalho Colega:

O meu comentário é sobre o trabalho do Módulo 4,da colega Anabela Campus, sobre o tema "A Intervenção Assistida por Animais - Uma outra perspetiva de atuação sobre o Autismo"


http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue

http://anabelacampusmooc.blogspot.pt/p/modulo-4.html

Este trabalho para além da simplicidade na sua abordagem, demonstra a importância que têm os animais no tratamento e apoio à aprendizagem dos alunos/crianças com variadas deficiências/dificuldades, em especial, os portadores do espetro de autismo. Penso que esse pequeno livro multimédia consegue apresentar uma sequência de imagens e comentários bastante elucidativos da patologia do AUTISMO.
Por isso, os meus parabéns em relação ao trabalho realizado e à pertinência do mesmo no atual contexto do processo de ensino e aprendizagem das crianças com este espetro.

Melhores cumprimentos.

José Manuel Amaral

Clara Barbosa disse...

Comentário ao trabalho de um colega

Para fazer o meu comentário escolhi o trabalho do colega João Pinto, com o tema “ A web semântica e a aprendizagem#, criado na ferramenta blogue e com o seguinte endereço: www.eb3aprendizagem.blogspot.pt
Na verdade embora saiba o que é a Web 3.0, não estava a fazer a ligação entre a mesma e o conceito de “Web semântica”. Como tal ao analisar este recurso educativo, que quanto a mim está muito bem estruturado, percebi a relação entre esses dois conceitos, aspeto que desconhecia e que, através desta ferramenta passei a conhecer.
Enquanto ferramenta educativa, o blogue consegue transmitir de uma forma clara toda a informação/mensagem que e pretende passar ao leitor.
A apresentação está muito bem conseguida!
Além disso, existem hiperligações essenciais dentro do blogue para assuntos todos eles interessantes e que levam o leitor a avançar para um patamar mais avançado do seu conhecimento em relação ao tema proposto.

Esta ferramenta cumpre todos os requisitos, enquanto recursos educativo aberto.
Parabéns ao colega João Pinto!

Carla Silva disse...

Boa noite,
Deixo então aqui a minha reflexão final sobre a prática com MOOC.
Começo por dizer que foi a minha primeira formação online e foi uma experiência muito positiva.
Foi a minha colega de grupo que me propôs frequentar esta formação e estou bastante contente por ter aceitado este desafio. Foi uma grande mais-valia a nível pessoal e profissional, tendo enriquecido a minha experiência com o uso das novas tecnologias que é, sem dúvida, fundamental numa escola cada vez mais inclusiva.

Esta formação proporcionou-me o contacto com novas ferramentas que vão ajudar-me bastante no meu trabalho diário enquanto docente.

A estrutura desta formação permitiu termos acesso a novos conteúdos e ferramentas mas também proporcionou que todos os formandos, com o seu ritmo próprio, pudessem enriquecer os seus conhecimentos e as suas práticas pedagógicas. A troca de opiniões foi também um elemento muito rico para a troca de pareceres, pensamentos e experiências.

Eduardo Silva disse...

Boa noite. Foi uma agradável surpresa para mim saber da existência de uma elevado número de recursos educativos abertos e software livres. Na área da educação de crianças com Necessidades Educativas Especiais é de enorme importância pois assim temos uma grande leque de recursos que permitem baixar fortemente a exclusão social e que permitem igualmente uma maior e mais eficaz inclusão escolar

Manuela Carvalho disse...

Reflexão ao Módulo IV
Respondendo às questões aqui colocadas, não costumo usar os softwares que aqui foram sugeridos ao longo do MOOC. Usei o RCAAP enquanto aluna e também a título particular por me interessar em pesquisar determinados artigos que focam temas específicos. Tenho noção do uso indevido de trabalhos publicados, mas se formos conscientes e respeitarmos as normas da APA, podemos usar e aproveitar o facto de termos muita informação de todos os temas que possamos imaginar.
Penso que tenho um longo caminho a percorrer, mas aos poucos e com alguma persistência da minha parte, penso que vou conseguir fazer algumas aquisições para poder usar alguns programas/ferramentas.
O MOOC permitiu-me fazer o “clic” numa área que eu gosto mas que por vezes falta-me o tempo e alguma ajuda para tirar melhor proveito das tecnologias.

Manuela Carvalho disse...

Comentário ao trabalho das colegas Carla Silva e Carla Lara “A cor azul”
Que se situa em: carlaramooc.blogspot.pt/pt/pmodulo-4.html
Após visualizar vários trabalhos de colegas, fico fascinada com o que se consegue fazer e com certas temáticas tão pertinentes que são focadas. Desde a terapia com animais; a cães-guia; a situações comuns do dia a dia, por exemplo, a higiene; as inteligências múltiplas; até outras situações de dificuldades que as crianças/jovens possam apresentar, nomeadamente a nível da dislexia, disortografia, discalculia,…cito apenas alguns, mas vi todos com muito interesse. Tive pena que em alguns trabalhos a passagem para o slide seguinte não permitiu a leitura completa da mensagem, mas penso que o objetivo geral foi atingido – a construção de um livro, com recurso a imagem e texto.
Escolhi o trabalho já mencionado, por se tratar de uma temática (as cores) sempre atual nas salas do pré-escolar e que possivelmente poderia utilizá-lo com o meu grupo, uma vez que trabalho no ensino regular. O trabalho é apelativo por ter uma “mascote” e mostra exemplos, na sua maioria com imagens reais onde podemos encontrar a cor azul, para facilitar a compreensão. No grupo de 20 crianças, estão 3 crianças com necessidades educativas especiais, mas quando se trata de usar as tecnologias todas mostram interesse, até porque só pontualmente usam o computador na sala, uma vez que a instituição não possui computadores e ainda têm de ser os educadores a facultar esse instrumento às crianças.
Agradeço a todos os colegas, a partilha e a permissão do uso dos trabalhos e em especial à equipa do MOOC, por me permitir conhecer ferramentas e programas até aqui desconhecidos, apesar de um longo caminho eu ter a fazer.

Sérgio Machado disse...

Relativamente ao comentário ao trabalho de um colega, escolhi o trabalho do José Manuel Amaral, Prezi sobre Disgrafia e Disortografia que se pode encontrar em http://prezi.com/vepm7oej1igj/disgrafia-e-disortografia/?utm_campaign=share&utm_medium=copy.
Trata-se de um tema que me interessa e que está, neste Prezi, bastante bem sintetizado e sistematizado, sendo a apresentação clara e agradável à vista.
Penso tratar-se de uma boa ferramenta inicial para quem se deparar com um caso de disgrafia e/ou disortografia e, desta forma, ser um ponto de partida para um aprofundamento da bibliografia disponível.

Maria de Fátima Martins disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Teresa Guardão disse...

Na reta final da minha carreira docente ainda quis aprender! O universo das tecnologias estimula a minha curiosidade e reforça a intenção de usar para melhor trabalhar. Não dominando este campo tão vasto do conhecimento humano, é no trabalho de pares que me apoio e na persistência da utilização. Nesta formação conheci várias ferramentas/recursos que não me eram familiares e me enriqueceram tanto a nível profissional como pessoal.
Na Educação Especial, a importância dos cursos MOOC é indiscutível e cada vez mais urgente. A necessidade de adaptar e construir materiais, de acordo com o perfil de cada aluno, a partir dos recursos educativos abertos, só pode ser, atempadamente, bem sucedida. Os REA são a forma mais rápida e eficaz de o docente de EE intervir no processo de ensino/aprendizagem de alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente. Os REA possibilitam a articulação de conhecimentos e de saberes entre profissionais de diferentes níveis de ensino e especializações e sobretudo no apoio sistemático dos docentes de EE aos docentes titulares.
Os recursos educativos abertos são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa em qualquer suporte ou media, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e potencia a reutilização dos recursos publicados digitalmente. Podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.
De acordo com a definição da UNESCO, em 2002, os recursos educativos abertos acessíveis (OER) são materiais educativos de pesquisa, em vários formatos e media, em domínio público ou sob licença aberta. Estes materiais podem conter material de aulas expositivas, referências bibliográficas, simulações, experiências e demonstrações, currículos, guias de professores, etc.
São muitos e variados os repositórios REA e destaco alguns dos que consultei durante esta formação: Open Clipart Library – www.openclipart.org ; Open Photo; OER Commons; Educommons; Wikiteach – www.wikiteach.org ; Top 100 Tools for Learning – http://c4lpt.co.uk/top100tools/. No âmbito mais alargado do domínio público nomeio Public Domain Photos – http://www.public-domain-photos.com e UNESCO Portals – http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php.
Os cursos online abertos são cada vez em maior número e refiro https://www.edx.org/ para não mencionar apenas o MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014. As plataformas virtuais abertas são um dos recursos mais utilizados nas escolas, www.moodle.org ou www.caroline.net. No que diz respeito a conteúdos abertos, destaco Connexions – http://cnx.org que contém material educativo gratuito em pequenos módulos.
A Escola Aberta funciona no nosso país há alguns anos, com grande êxito, podendo encontrar-se no Portal das Escolas, com serviço de consulta a materiais educativos, acesso a bens comuns, identificação e intercâmbio de competências, local de encontros profissionais, rede de comunicação, serviço de consulta a educadores em geral.
A produção dos REA como ferramentas livres e a adoção de regras de acessibilidade e de licenças abertas dão a possibilidade à livre utilização e readaptação dos MOOC.

Maria de Fátima Martins disse...

Os recursos Educativos Abertos Acessíveis são, sem dúvida, instrumentos com um grande potencial, para todas as pessoas, uma vez que permitem a partilha de saberes, de experiências pessoais e profissionais e, no campo educativo, contribuem para uma melhoria das práticas e um maior envolvimento dos alunos na construção do saber.
O crescimento da licença Creative Commons, uma licença aberta para o espaço na internet, que permite partilhar e reutilizar materiais licenciados, é uma mais-valia para o acesso global aos recursos e, sem dúvida, um grande avanço na implementação e no incentivo à disponibilização grátis de materiais de aprendizagem.
Pessoalmente tomei contacto com a questão dos Recursos Educativos Abertos e das Licenças Creative Commons no decorrer da frequência do Mestrado em Educação Especial, na disciplina de Informática e para realização pesquisas científicas em reportórios abertos das universidades.
Posteriormente, a Ação de Formação “Rentabilizar Recursos e Aplicações Digitais: Criar, Colaborar, Partilhar”, permitiu-me a integração das ferramentas digitais da Web 2.0 na prática educativa, enquanto docente bem no conhecimento e domínio de algumas dessas ferramentas. A título de exemplo, envio “O meu primeiro Glogster” com o meu trabalho final: http://fmartins.edu.glogster.com/fatima-martins-glog/
Na minha prática docente utilizo alguns recursos educativos de software livre, dos quais saliento:
- Jclic, uma excelente ferramenta de apoio para a construção de recursos e materiais pedagógicos. É constituído por um conjunto de aplicações que são utilizadas para construir, visualizar e difundir, através da Internet, atividades didáticas como: puzzles, exercícios com texto, crucigramas, sopas de letras, associações de figuras com imagens e outros, permitindo uma integração de som, imagem e vídeo;
- GCompris, aplicação que integra atividades de descoberta e jogos de memória auditiva e de memória visual, assim como, permite construir puzzles, encontrar diferenças e realizar tarefas relacionadas com dinheiro e com números. Permite, ainda, trabalhar a coordenação motora e fazer exercícios de lógica, de raciocínio, de treino de teclado e de rato.
- Sebran’S ABC, aplicação com atividades relacionadas com letras e números que permitem treinar a memória e a leitura e, ainda, realizar operações aritméticas básicas tais como a adição, a subtração e a multiplicação. Através das atividades “Chuva de letras” e “Chuva A, B, C” é possível o aluno fazer treino de teclado. Poderá, também, realizar jogos de memória e exercícios para desenvolver a escrita. O programa apresenta um visual atraente e fácil de usar: as letras são grandes, os ícones claros e reconhecíveis e as palavras e os elementos usados são muito acessíveis aos alunos.

Maria de Fátima Martins disse...

Os recursos Educativos Abertos Acessíveis são, sem dúvida, instrumentos com um grande potencial, para todas as pessoas, uma vez que permitem a partilha de saberes, de experiências pessoais e profissionais e, no campo educativo, contribuem para uma melhoria das práticas e um maior envolvimento dos alunos na construção do saber.
O crescimento da licença Creative Commons, uma licença aberta para o espaço na internet, que permite partilhar e reutilizar materiais licenciados, é uma mais-valia para o acesso global aos recursos e, sem dúvida, um grande avanço na implementação e no incentivo à disponibilização grátis de materiais de aprendizagem.
Pessoalmente tomei contacto com a questão dos Recursos Educativos Abertos e das Licenças Creative Commons no decorrer da frequência do Mestrado em Educação Especial, na disciplina de Informática e para realização pesquisas científicas em reportórios abertos das universidades.
Posteriormente, a Ação de Formação “Rentabilizar Recursos e Aplicações Digitais: Criar, Colaborar, Partilhar”, permitiu-me a integração das ferramentas digitais da Web 2.0 na prática educativa, enquanto docente bem no conhecimento e domínio de algumas dessas ferramentas. A título de exemplo, envio “O meu primeiro Glogster” com o meu trabalho final: http://fmartins.edu.glogster.com/fatima-martins-glog/
Na minha prática docente utilizo alguns recursos educativos de software livre, dos quais saliento:
- Jclic, uma excelente ferramenta de apoio para a construção de recursos e materiais pedagógicos. É constituído por um conjunto de aplicações que são utilizadas para construir, visualizar e difundir, através da Internet, atividades didáticas como: puzzles, exercícios com texto, crucigramas, sopas de letras, associações de figuras com imagens e outros, permitindo uma integração de som, imagem e vídeo;
- GCompris, aplicação que integra atividades de descoberta e jogos de memória auditiva e de memória visual, assim como, permite construir puzzles, encontrar diferenças e realizar tarefas relacionadas com dinheiro e com números. Permite, ainda, trabalhar a coordenação motora e fazer exercícios de lógica, de raciocínio, de treino de teclado e de rato.
- Sebran’S ABC, aplicação com atividades relacionadas com letras e números que permitem treinar a memória e a leitura e, ainda, realizar operações aritméticas básicas tais como a adição, a subtração e a multiplicação. Através das atividades “Chuva de letras” e “Chuva A, B, C” é possível o aluno fazer treino de teclado. Poderá, também, realizar jogos de memória e exercícios para desenvolver a escrita. O programa apresenta um visual atraente e fácil de usar: as letras são grandes, os ícones claros e reconhecíveis e as palavras e os elementos usados são muito acessíveis aos alunos.

Del disse...

Comentário ao trabalho da Colega Lara Paiva, Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=Zqp1MrvHa0M&rel=0

É um recurso muito Interessante, pois nuncia as três cores e trabalha uma delas de forma ilustrativa. Se utiliza de um personagem charmosa (ursinho) para manter o utilizador atento! Parabéns foi na justa medida!!

Grande abraço,

Isabel Pedrosa disse...

Como professora diariamente recorro a recursos digitais para fomentar a motivação dos alunos.
Os recursos educativos abertos são de extrema utilidade e proporcionam acesso ao conhecimento à distância de um clic!
Utilizo alguns softwares livres para a construção de recursos mas, confesso que desconhecia muitos dos que foram partilhados! Esta experiência foi fantástica! Já tinha participado num curso online, promovido pelo CRTIC e adorei a experiência. Em MOOC nunca tinha participado, no entanto achei uma experiência super interessante , muito abrangente e exigente!

Isabel Pedrosa disse...

De todos os trabalhos que vi durante este MOOC, ficou-me na memória o trabalho do módulo II executado pelo colega José Luís Pissarro. O colega utilizou o programa VOKI para criar um avatar. Esta ferramenta é muito intuitiva de se utilizar e ao mesmo tempo muito funcional. Tal como foi referido pode ser utilizado por crianças ou jovens com dificuldade na articulação ou na fala, mas também por quem tem dificuldades de visão.

Birgita Solange Santos disse...

Relativamente a este ponto, é difícil optar por um de todos os trabalhos realizados pelos colegas. Todos estão todos excelentes e muito educativos. Gostaria de referir o trabalho da colega Luciana Bettencourt sobre Níveis de escrita disponível em: http://www.pinterest.com/pin/369224869423533308/ e do colega Nuno Correia sobre Mudar Atitudes e Comportamentos disponível em http://www.pinterest.com/pin/369224869423458602/. Ambos os recursos podem ser utilizados nas aulas.

zilda disse...

Comentário ao trabalho dum colega

Na minha passagem pelos blogues e trabalhos dos colegas, fiquei encantada com a quantidade de materiais e criatividade demonstrada pelos colegas, elegendo o da Marília Pereira, utilizando o Storybird, “Um Mundo Só” .
. https://storybird.com/books/um-mundo-so/?token=kkg4epwb6h
O tema da solidão é muito cativante e relevante, uma situação com que lidamos diariamente nas escolas. Este trabalho tem um conteúdo esteticamente maravilhoso, tanto nas imagens seleccionadas como na criatividade e sensibilidade das frases.
Este será mais um dos recursos que vou utilizar com alguns dos meus alunos, facilitando a abordagem de conteúdos tantas vezes exploradas, optimizando a comunicação expressiva e emocional duma forma motivadora.
Parabéns colega!

Mais uma vez deixo o link do meu blogue
http://zildaprender.blogspot.pt/

Para todos os que participara neste MOOC, votos de bom trabalho!

alunosdesofia disse...

Foi a partir do momento que tomei contacto com este curso que me apercebi da quantidade considerável de Recursos Educativos Abertos Acessíveis, que existem. Tem sido uma grande mais valia para o aumento da qualidade do trabalho que desenvolvo junto de alunos com NEE. Passei a a usar as ferramentas PREZI, O ARAWORD , MINDOMO. São um mundo de possibilidades.
É a primeira vez que participo num curso MOOC, tem sido muito útil e desafiante . Espero ter a oportunidade e disponibilidade de continuar a aprender nesta modalidade. Sinto que ainda estou nos primórdios no domínio da maior parte das ferramentas que tem sido apresentadas, mas a motivação tem superado as dificuldades.

Jessica Barros disse...

Observando os trabalhos realizados durante este módulo. o que mais me pareceu oportuno e ao qual todos os professores deviam ter conhecimento e acesso à informação contida, foi o trabalho realizado pela colega Susana Cruz o qual aborda a problemática da Dislexia, fornecendo dicas para pais e professores. Apesar desta problemática já estar bem assente nas escolas, há ainda algumas lacunas a nível de diagnóstico e a nível da intervenção tanto por parte dos professores como da parte dos pais.

Helena Feijão disse...

Boa tarde
As amigas da Mafaldinha optámos por utilizar uma ferramenta de que ouvimos falar como muito útil para implementar com uma turma uma vez que possibilita agregar diversos recursos assim como criar questionários e algumas atividades, com visualização de respostas por grupo e por aluno, o Edmodo. Permite também uma comunicação entre professor alunos e professor aluno Considerámos que é de facto muito útil na educação mas apresenta algumas limitações para a faixa etária do pré-escolar, agregámos a atividade do webquest e desenvolvemos outras em recursos abertos, para acederem têm de se inscreverem no edmodo e depois pedir autorização com este código: eptdij

Joana Silva disse...

EM relação à temática que está em discussão, acho muito importante o uso dos Recursos Educativos Abertos e Acessíveis. Os que uso com mais frequência são o Moodle, Youtube e SlideShare, por exemplo. Quando em 2012, tirei a pós - graduação em Necessidades Educativas Especiais na ESE de Santarém, recorri várias vezes ao Repositório Científico de Acesso Aberto Portugal. Consegui a exploração de vários documentos, que ainda hoje continuo a consultar e considero uteis e atuais.

Vera Martins disse...

No decorrer da minha prática docente, em vários momentos recorri a recursos educativos abertos e software livre, quer para preparação e dinamização de aulas, quer para realização de formações b-learning. Cursos como o MOOC com uma vertente exclusivamente online é a primeira vez que frequento, no entanto sou apologista deste tipo de cursos uma vez que muitas vezes leva a uma maior/melhor consolidação de conhecimentos, obrigando o formando a ser mais autónomo, responsável pelas suas próprias aprendizagens e a ser um bom gestor do seu tempo. Apesar do empenho e força de vontade que os formandos devem ter neste tipo de cursos, os mesmos devem primar por uma boa organização, qualidade e interesse dos recursos e materiais disponibilizados de forma a motivar os formandos.
Na preparação de aulas e realização de atividades na comunidade educativa, vários têm sido os recursos educativos abertos e ferramentas livre utilizadas, desde, objetos de aprendizagem como material de aulas expositivas, referências bibliográficas, simulações, demonstrações, publicações científicas, repositórios abertos, plataformas (Plataforma Moodle), youtube como repositório de trabalhos e demonstrações, dropbox, idrive, formulários, plataformas para criação de sítios web (Webnode, Wix, Google pages), várias ferramentas de criação de conteúdos como hotpotatoes, JClic, Audacity, Cantasia, phorostory, etc…
O potencial dos REA é enorme, desde o possibilitar uma aprendizagem para todos como permitir a diversificação de estratégias pedagógicas, enriquecimento dos recursos/materiais e diferentes tipos de educação e aprendizagem suportados pelas tecnologias.

Lobacho disse...

Boa tarde

Todas as ferramentas sugeridas têm um enorme potencial. Só lamento ter tão pouco tempo para lhes dedicar atenção e conseguir construir materiais mais apelativos para os meus alunos, já que estamos na reta final deste ano letivo. No meu trabalho direto com os alunos, apenas utilizei as atividades desenvolvidas no âmbito deste MOOC.

teresa forTIC disse...

Analisei o trabalho “GuGuices”, produzido em Storybird, pelas colegas Paula Melo e Ana Carvalho e gostei francamente do que vi e li.
As imagens escolhidas são fantásticas e o texto é envolvente, despertando naturalmente interesse nos mais novos.
Uma forma agradável e atrativa de tentar explicar algo que é complexo ao mundo infanto-juvenil, neste caso a Síndrome de Cohen.
Embora consciente de que estas temáticas não são fáceis de abordar nem de explicar, apenas o reparo de que, a partir do slide 12 até ao final, se sente alguma densidade de informação, o que poderá não ajudar a motivar e a esclarecer o público-alvo.

Maria Fernanda disse...

Comentário

Ao longo do percurso profissional tenho recorrido a recursos educativos abertos na vertente de software livre e de curso online aberto.
Considero que foram de extraordinária importância enquanto recursos de aprendizagem e de suporte à aprendizagem, mas também fomentaram o acesso à informação, a qualidade de ensino e a sistematização em práticas de sala de aula, enquanto ambientes formais.
No caso do software livre, enquanto utilizador da Internet, utilizei e/ou adaptei, de forma livre, os recursos disponíveis, aplicando-os em contexto educativo. São facilitadores substanciais de aprendizagem de conceitos, das várias áreas de saber e/ou de aquisição e reforço das capacidades de aprendizagem (memória/atenção...)
Tenho também recorrido e incentivado, junto dos alunos e dos encarregados de educação, o acesso a conteúdos abertos facilitadores da auto-aprendizagem em contexto informal de aprendizagem.
Recorro aos recursos abertos sempre que pretendo frequentar formação em diferentes temáticas: Ferramentas Web2.0, CIF, ou pertencer a comunidades de aprendizagem...Esta modalidade é de extraordinária importância pelo acesso a informação diversificada, pelo contacto com as ferramentas (Prezi, tagxego...) pela gestão pessoal do tempo dedicado à formação, pela partilha com os restantes formandos e pela conquista e domínio das ferramentas, como utilizador.
Enquanto aluna, no decorrer do mestrado, estive envolvida em ambientes formais (acesso a recursos, a publicações, relatos de experiências...) para aquisição e

Paula Silva disse...

"A Intervenção assistida por animais - uma outra perspetiva de atuação no autismo" por :
Anabela Campus com imagem de Daniela Volpari link registado em:
http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue

Selecionei o trabalho da colega Anabela Campos porque achei que estava simples e com a informação essencial para quem quer ter uma imagem do que se pode fazer com os animais e com as pessoas autistas.
Gostei também das imagens apelativas de Daniela Volpari (que até têm um certo sentido de humor). O programa storybird, que eu não conhecia mas que achei muito conveniente, foi muito bem utilizado no contexto.

De futuro é também uma boa ferramenta para muitos outros trabalhos que posso vir a desenvolver na minha atividade profissional.
Tenho jovens autistas que adoram ver/ ouvir histórias e que por essa razão o trabalho da colega me deu a imagem de como posso "fazer" mais histórias adaptadas de forma original para estas pessoas.
O meu bem-haja à colega Anabela Campos e também os parabéns porque para uma "novata" nestes assuntos achei que esteve muito bem.
Bom trabalho e boa continuação!

Teresa Guardão disse...

Na reta final da minha carreira docente ainda quis aprender! O universo das tecnologias estimula a minha curiosidade e reforça a intenção de usar para melhor trabalhar. Não dominando este campo tão vasto do conhecimento humano, é no trabalho de pares que me apoio e na persistência da utilização. Nesta formação conheci várias ferramentas/recursos que não me eram familiares e me enriqueceram tanto a nível profissional como pessoal.
Na Educação Especial, a importância dos cursos MOOC é indiscutível e cada vez mais urgente. A necessidade de adaptar e construir materiais, de acordo com o perfil de cada aluno, a partir dos recursos educativos abertos, só pode ser, atempadamente, bem sucedida. Os REA são a forma mais rápida e eficaz de o docente de EE intervir no processo de ensino/aprendizagem de alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente. Os REA possibilitam a articulação de conhecimentos e de saberes entre profissionais de diferentes níveis de ensino e especializações e sobretudo no apoio sistemático dos docentes de EE aos docentes titulares.
Os recursos educativos abertos são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa em qualquer suporte ou media, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e potencia a reutilização dos recursos publicados digitalmente. Podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.
De acordo com a definição da UNESCO, em 2002, os recursos educativos abertos acessíveis (OER) são materiais educativos de pesquisa, em vários formatos e media, em domínio público ou sob licença aberta. Estes materiais podem conter material de aulas expositivas, referências bibliográficas, simulações, experiências e demonstrações, currículos, guias de professores, etc.
São muitos e variados os repositórios REA e destaco alguns dos que consultei durante esta formação: Open Clipart Library – www.openclipart.org ; Open Photo; OER Commons; Educommons; Wikiteach – www.wikiteach.org ; Top 100 Tools for Learning – http://c4lpt.co.uk/top100tools/. No âmbito mais alargado do domínio público nomeio Public Domain Photos – http://www.public-domain-photos.com e UNESCO Portals – http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php.
Os cursos online abertos são cada vez em maior número e refiro https://www.edx.org/ para não mencionar apenas o MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014. As plataformas virtuais abertas são um dos recursos mais utilizados nas escolas, www.moodle.org ou www.caroline.net. No que diz respeito a conteúdos abertos, destaco Connexions – http://cnx.org que contém material educativo gratuito em pequenos módulos.
A Escola Aberta funciona no nosso país há alguns anos, com grande êxito, podendo encontrar-se no Portal das Escolas, com serviço de consulta a materiais educativos, acesso a bens comuns, identificação e intercâmbio de competências, local de encontros profissionais, rede de comunicação, serviço de consulta a educadores em geral.

A produção dos REA como ferramentas livres e a adoção de regras de acessibilidade e de licenças abertas dão a possibilidade à livre utilização e readaptação dos MOOC.

Teresa Guardão disse...
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Teresa Guardão disse...
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Teresa Guardão disse...

Na reta final da minha carreira docente ainda quis aprender! O universo das tecnologias estimula a minha curiosidade e reforça a intenção de usar para melhor trabalhar. Não dominando este campo tão vasto do conhecimento humano, é no trabalho de pares que me apoio e na persistência da utilização. Nesta formação conheci várias ferramentas/recursos que não me eram familiares e me enriqueceram tanto a nível profissional como pessoal.
Na Educação Especial, a importância dos cursos MOOC é indiscutível e cada vez mais urgente. A necessidade de adaptar e construir materiais, de acordo com o perfil de cada aluno, a partir dos recursos educativos abertos, só pode ser, atempadamente, bem sucedida. Os REA são a forma mais rápida e eficaz de o docente de EE intervir no processo de ensino/aprendizagem de alunos com necessidades educativas especiais de caráter permanente. Os REA possibilitam a articulação de conhecimentos e de saberes entre profissionais de diferentes níveis de ensino e especializações e sobretudo no apoio sistemático dos docentes de EE aos docentes titulares.
Os recursos educativos abertos são materiais de ensino, aprendizagem e pesquisa em qualquer suporte ou media, que estão sob domínio público, ou estão licenciados de maneira aberta, permitindo que sejam utilizados ou adaptados por terceiros. O uso de formatos técnicos abertos facilita o acesso e potencia a reutilização dos recursos publicados digitalmente. Podem incluir cursos completos, partes de cursos, módulos, livros didáticos, artigos de pesquisa, vídeos, testes, software e qualquer outra ferramenta, material ou técnica que possa apoiar o acesso ao conhecimento.
De acordo com a definição da UNESCO, em 2002, os recursos educativos abertos acessíveis (OER) são materiais educativos de pesquisa, em vários formatos e media, em domínio público ou sob licença aberta. Estes materiais podem conter material de aulas expositivas, referências bibliográficas, simulações, experiências e demonstrações, currículos, guias de professores, etc.
São muitos e variados os repositórios REA e destaco alguns dos que consultei durante esta formação: Open Clipart Library – www.openclipart.org ; Open Photo; OER Commons; Educommons; Wikiteach – www.wikiteach.org ; Top 100 Tools for Learning – http://c4lpt.co.uk/top100tools/. No âmbito mais alargado do domínio público nomeio Public Domain Photos – http://www.public-domain-photos.com e UNESCO Portals – http://portal.unesco.org/ci/en/ev.php.
Os cursos online abertos são cada vez em maior número e refiro https://www.edx.org/ para não mencionar apenas o MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias 2014. As plataformas virtuais abertas são um dos recursos mais utilizados nas escolas, www.moodle.org ou www.caroline.net. No que diz respeito a conteúdos abertos, destaco Connexions – http://cnx.org que contém material educativo gratuito em pequenos módulos.
A Escola Aberta funciona no nosso país há alguns anos, com grande êxito, podendo encontrar-se no Portal das Escolas, com serviço de consulta a materiais educativos, acesso a bens comuns, identificação e intercâmbio de competências, local de encontros profissionais, rede de comunicação, serviço de consulta a educadores em geral.

A produção dos REA como ferramentas livres e a adoção de regras de acessibilidade e de licenças abertas dão a possibilidade à livre utilização e readaptação dos MOOC.

ana disse...

Após analisar alguns trabalhos, aquele que penso estar melhor organizado é o trabalho da Margarida Moura, "O pêssego". Está muitíssimo bem organizado, com uma linguagem clara e acessível. A junção de imagens e vídeos explicativos é uma mais valia para quem o consulta, sendo extremamente fácil de ler e reter a informação. Também achei a ponte com outras formas de comunicação muito pertinente, embora considere que seria mais proveitoso se fossem apresentados logo no início do livro, juntamente com a imagem real do pêssego.

Kar disse...

Olá,

contactei, pela primeira vez, com o mundo dos Recursos Educativos Abertos enquanto me encontrava a frequentar a oficina de formação "Criação de Recursos Educativos Digitais para o Ensino e a Aprendizagem do Inglês", dinamizada pela Associação Portuguesa de Professores de Inglês, em 2011. Volvido um ano, nova experiência com a ação de formação: " Recursos Educativos Digitais em regine de e-learning". Tive necessidade de aprofundar os meus conhecimentos, que até aí eram inexistentes, relativamente a este conceito, muito embora sempre os tenha utilizado ( e com frequência diária). Ultimamente, estou rendida às potencialidades dos MOOC. A par do INTEC, encontro-me a terminar um segundo levado a cabo pela Universidade de Oregon, como parte integrante do meu CPD.
Enquanto professora atenta aos desafios do século XXI, os REA são imprescindíveis no que respeita às aprendizagens dos alunos. As ferramentas livres agregadas no Cool Tools for Schools e outros repositórios vocacionados para o ensino de Inglês têm contribuido para a motivação dos alunos e realização de trabalhos significativos, que vão ao encontro da teoria das múltiplas inteligências e da educação inclusiva.

Mas, a panóplia é tão grande que, não rara vez, fica difícil ajuizar a sua utilidade científica.

Elsa Videira disse...

Comentário ao trabalho do formando Paula Sousa –“Discalculia”

Cara colega Paula Sousa

Começo por lhe agradecer pelo trabalho realizado na ferramenta (Storybird) sobre o tema Discalculia.
Observei que é um trabalho esteticamente muito bem estruturado, apelativo e com conteúdo relevante.
Apresenta os conteúdos de uma forma cuidadosa e com uma certa precisão.
Observo ainda que, como ferramenta concebida com o propósito de ser um Recurso Educativo Aberto Acessível, cumpre os objetivos, embora não proporcione a reedição. Há a possibilidade de inserir comentários, o que pode ser uma mais-valia para o próprio trabalho, caso os mesmos sejam pertinentes e acrescentem dados rigorosos no sentido de melhorar.

Parabéns pela partilha!
Aproveito para a convidar a observar o trabalho do Grupo Santarém mas no Bookbuilder, aqui fica o link: http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92413&page=1

Saudações Inclusias
Elsa Videira

Cristina Neto disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Cristina Neto disse...

Escolhei o recurso da colega Birgita Solange, "Quiz/Examtime sobre Instrumentos Musicais" porque o achei engraçado e não conhecia a ferramenta utilizada, o ExamTime. Respondi ao Quiz, mas obtive uma pontuação de 38%, que desgraça:(. Achei-o apelativo e uma forma motivadora para utilizar com alunos e testar conhecimentos. Em termos de acessibilidade, se tivesse locução para as perguntas e hipóteses de resposta sugeridas, seria uma mais-valia. Penso que falta atribuir Licença CC. Deixo o link para o original: https://www.examtime.com/p/990519-Instrumentos-quizzes

Achei-o interessante, simples e permitiu-me conhecer mais uma ferramenta que pode ser útil para construir outros recursos. É reutilizável, permite impressão e partilha e está partilhado publicamente, por isso cumpre os critérios de recurso aberto
Parabéns, Birgita ! :)

Kar disse...

Olá,

ainda a propósito de repositórios educativos, deixo aqui algumas ligações interessantes, mais relacionadas com o ensino de línguas,mas não exclusivamente:
Lingu@net Europa (secção Search): http://www.linguanet-europa.org/plus/welcome.htm
Merlot: http://www.merlot.org/merlot/index.htm
LeMill: http://lemill.net/
Klascement.net (em Neerlandês, mas com versão em inglês): http://www.klascement.net/?set_language=4
clicZone (biblioteca de actividades): http://clic.xtec.cat/en/jclic/
edutube.org: http://www.edutube.org/pt
http://www.gutenberg.org/

Metarepositório – ICTlogy: http://ictlogy.net/wiki/index.php?title=Learning_Objects_Repositories
EdReNe (Educational Repositories Network) – uma rede de repositórios educativos europeus: http://edrene.org.

Ana Rangel Santos disse...

A utilização de Recusrsos Educativos Abertos Acessiveis é muito interessante e permite a partilha do conhecimento, cientifico ou de outra índole.
Já há algum tempo que disponibilizo material sobre a licença Creative Commons e procuro, sempre que possível, recorrer a software livre e cursos online abertos, nomeadamente para divulgação junto dos alunos da necessidade de protegermos sempre os direitos de autor, mesmo sem ter intenção de qualquer lucro financeiro.
A existência deste tipo de material permite a chegada de informação a muitos utilizadores que de outra forma não a poderiam obter.

Ana Rangel Santos disse...

Este comentário refere-se ao trabalho "Mudar Atitudes e Comportamentos", criado pelo colega Nuno Correia, em PowToon e disponibilizado no Youtube.
Após a conclusão deste MOOC e a observação de alguns dos trabalhos apresentados, entre os quais o trabalho em análise, verifica-se que estamos agora dotados do conhecimento da existência de ferramentas que nos permitem tornar a divulgação do conhecimento cada vez mais apelativo.
Neste trabalho em particular, podemos observar como somos cativados pela forma dinâmica e até divertida para estarmos atentos a situações que se calhar já todos vivenciamos sem qualquer má intenção.
Provavelmente terá sido pensado para ser um apoio numa sessão presencial pelo que nessa situação dispensava qualquer acompanhamento audível. No entanto não posso deixar de referir que senti a falta de som.

Maria Silva disse...

Todos os trabalhos estão EXCELENTES. A eles foram dedicadas horas de muito trabalho e investigação. Aprendi com todos eles, com os comentários, sugestões e orientações.
Consultei a publicação do José Fernando no slideshare intitulada "Produtos de Apoio para a Cegueira e Baixa Visão. Está bastante completo. Elucidativo e objetivo. Contudo em algumas páginas a letra está muito pequena e em outras existe muita informação... Além do globo terrestre já existe a representação da terra em mapa com relevo.
Agradeço a todos os que partilharam as suas experiências pois com elas muito aprendi.

Agradecida!

Mafalda Coito disse...

Uma das tarefas deste módulo é avaliar o trabalho de um ou uma colega.
Irei comentar dois... lamento mas não consegui escolher. Apesar de ambas terem selecionado a mesma ferramenta: storybird. A diversidade de temas ou trabalhos passíveis de serem aproveitados com uma mesma ferramenta, é a grande mais-valia destes recursos.
O primeiro, o da colega Anabela Campus que pela simplicidade das palavras torna grande a ação que pode ser realizada, com este tipo de intervenção. Gostaria também como diz outra colega no seu comentário que gostaria de ter sabido algumas estratégias a usar. Mas sem dúvidas, que em crianças cuja grande dificuldade é a interação social e a linguagem, este seja um excelente meio para os estimular o mais precocemente através de intermediários - nunca pensei que através de alguns desses "bichos" seja possível fazer esta intervenção.... hamster's? Como? Gostaria muito de saber mais. Parabéns! Vejam em: http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue
O outro trabalho que selecionei é o da colega PSousa através do link: http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf
Gostei muito porque aprofundou sem afundar de informação, um assunto que de facto tem um grande caminho a percorrer, mas esta sua ajuda, foram mais três passos dados em frente, no esclarecimento e informação para toda a comunidade educativa. Ainda poderá utilizar este recurso numa apresentação/ sensibilização aos colegas da sua escola. Parabéns!

Mafalda Coito disse...

Uma das tarefas deste módulo é avaliar o trabalho de um ou uma colega.
Irei comentar dois... lamento mas não consegui escolher. Apesar de ambas terem selecionado a mesma ferramenta: storybird. A diversidade de temas ou trabalhos passíveis de serem aproveitados com uma mesma ferramenta, é a grande mais-valia destes recursos.
O primeiro, o da colega Anabela Campus que pela simplicidade das palavras torna grande a ação que pode ser realizada, com este tipo de intervenção. Gostaria também como diz outra colega no seu comentário que gostaria de ter sabido algumas estratégias a usar. Mas sem dúvidas, que em crianças cuja grande dificuldade é a interação social e a linguagem, este seja um excelente meio para os estimular o mais precocemente através de intermediários - nunca pensei que através de alguns desses "bichos" seja possível fazer esta intervenção.... hamster's? Como? Gostaria muito de saber mais. Parabéns! Vejam em: http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue
O outro trabalho que selecionei é o da colega PSousa através do link: http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf
Gostei muito porque aprofundou sem afundar de informação, um assunto que de facto tem um grande caminho a percorrer, mas esta sua ajuda, foram mais três passos dados em frente, no esclarecimento e informação para toda a comunidade educativa. Ainda poderá utilizar este recurso numa apresentação/ sensibilização aos colegas da sua escola. Parabéns!

Bárbara Ferreira disse...

Comentário a actividade realizada por outro colega:
Na pesquisa de trabalhos realizados por outros colegas, deparei-me com o trabalho da colega Anabela Campos (http://anabelacampusmooc.blogspot.pt/p/modulo-4.html). O que me interessou em primeiro lugar foi ler sobre a temática proposta "Intervenção assistida por animais - uma outra perspectiva de atuação no Autismo", por ser um tema que me interessa.
Desconhecia a ferramenta usada storybird, no entanto acho que resultou num trabalho criativo, que tornou a leitura do mesmo apelativa, resultando num bom uso do recurso.

Para quem tiver interesse em espreitar fica aqui o link:
http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue

Luciana Gomes Bettencourt disse...

Vou deixar aqui um comentário sobre o trabalho que uma colega postou. O trabalho está no link abaixo:

http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue

O trabalho é a respeito de intervenção assistida por animais, achei muito interessante o tema e a apresentação do trabalho, já presenciei caso de superação com terapias usando o cavalo como meio para essa superação, e foi muito bem sucedida. Amo animais e acho que realmente eles tem muito para oferecer no trabalho de intervenção e superação principalmente com crianças.
Parabéns pelo trabalho Anabela Campos!!!

Jéssica Viana disse...

Após analisar os trabalhos dos colegas, que frequentam o curso considero que todos os trabalhos foram extremamente bem conseguidos, o que demonstra o empenho de todos na frequência do curso.
Dada a minha formação profissional e o facto de trabalhar com crianças com Autismo, o trabalho que me despertou algum interesse é o da colega Anabela Campos.
A colega utilizou uma ferramenta, que desconhecia – storybird – mas tal possibilitou-lhe realizar um trabalho criativo e apelativo, abordando a temática “Intervenção assistida por animais – uma outra perspetiva de atuação no Autismo”.

Jéssica Viana disse...

Após analisar os trabalhos dos colegas, que frequentam o curso considero que todos os trabalhos foram extremamente bem conseguidos, o que demonstra o empenho de todos na frequência do curso.
Dada a minha formação profissional e o facto de trabalhar com crianças com Autismo, o trabalho que me despertou algum interesse é o da colega Anabela Campos.
A colega utilizou uma ferramenta, que desconhecia – storybird – mas tal possibilitou-lhe realizar um trabalho criativo e apelativo, abordando a temática “Intervenção assistida por animais – uma outra perspetiva de atuação no Autismo”.

Isabel Santos disse...

Devido à minha formação base e ao grupo disciplinar que me encontro afeta, grupo 550 – informática, utilizo nas aulas vários softwares de aplicação e software de sistema livres. Nomeadamente, Linux ubunto e Linux caixa mágica ao nível dos sistemas operativos e ao nível do software de aplicação openofficie, audacity, movie maker, kompozer. E utilizo na prática diária a plataforma moodle como apoio às aulas. Algo que os alunos se adaptam muito facilmente e que já é algo essencial nas minhas aulas.

Isabel Santos disse...

Comentário a trabalho de colega
Relativamente aos trabalhos que estão a ser apresentados gostaria de destacar os seguintes:
https://storybird.com/books/dia-mundial-da-crianca-1-de-junho-trabalho-feito-c/?token=v2dhe27tgu
https://storybird.com/books/os-sentidos/?token=4hdqn9p96s
https://storybird.com/books/emocoes/?token=s56smq6zfv

Graça Dias disse...

Endereço da atividade do módulo IV:
http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=93091&page=1

Graça Dias disse...

Comentário ao trabalho de uma colega, no "Módulo 2".
No e-portefólio da colega Isabel Claro Fonseca fiz um comentário ao trabalho realizado pela mesma sobre Assim, encontra-se alojado: http://nomeucampo.blogspot.pt/p/modulo-2.html?showComment=1403206289064
O meu trabalho individual baseou-se na observação de uma sessão de terapia da fala e está alojado no endereço:
http://nomeucampo.blogspot.pt/p/modulo-2.html
Achei que a observação e a análise feita pela colega está de acordo com o meu ponto de vista.
Achei que a observação e a análise feita pela colega está de acordo com o meu ponto de vista:
O tema da terapia da fala, interessa-me porque tenho sempre alunos com necessidades especiais com deficiência na fala, daí ter escolhido o seu trabalho. Observei o vídeo e constato que os recursos utilizados não são os mais eficientes para superar as dificuldades da aluna, por conseguinte, a terapeuta, família e todas as pessoas mais próximas da menina devem procurar e testar novas metodologias e recursos humanos e materiais , sobre tecnologias de apoio que se adequam às dificuldades diagnosticadas e de modo a serem profícuas na autonomia da aprendente.
Graça Dias, 19 de Junho de 2014 às 12:31

Marília Pereira disse...

O tema do trabalho realizado por Cristina Neto sobre os REA (Recursos Educacionais Abertos) esclarecendo de forma sintética no que consistem e abordando o processo de partilha e licenciamento com recurso ao Creative Commons é pertinente.
Atualmente, com a evolução de novos meios de comunicação e novas tecnologias, foram criados muitos recursos educativos que podem ser partilhados através da internet. O trabalho de muitos professores poderá ser facilitado, pois permite-lhes diversificar ao nível dos recursos utilizados no trabalho com os seus alunos. Por outro lado, o seu licenciamento permite salvaguardar a autoria de quem os criou.
O recurso à ferramenta livre PowToon, tornou esta apresentação apelativa e interessante. Não tive ainda oportunidade de a explorar, mas, com base neste trabalho fiquei interessada em tentar.

Fatima Cunha disse...

Comentário sobre um trabalho de um colega
Após ter visto alguns trabalhos, quero salientar o trabalho de Dulce Gonçalves e seus colegas, que tem como tema “Comunicar em Público” pela pertinência do tema e pela excelente ferramenta utilizada, muito apelativa. A apresentação está muito bem conseguida, pouca informação com frases simples e claras. É óptimo exemplo a utilizar em sala de aula. Parabéns Colegas!
Bom Trabalho!

Fatima Cunha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
Fatima Cunha disse...
Este comentário foi removido pelo autor.
E-PORTEFÓLIO-SÃOMONTEIRO-MOOC INCTEC-2014 disse...

Comentário a recurso apresentado pela colega Susan Martins( Book Builder ) sobre Higiene Pessoal, retirado do Pinterest
http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view&book=92434&page=1


Escolhi este trabalho, porque achei o tema interessante e muito útil para trabalhar com as nossas crianças , além disso apresenta textos reduzidos e muitas imagens, o que o torna extremamente apelativo. Contudo, penso que não cumpre todos os requisitos de um recurso educativo aberto.

Helena Fonseca disse...

Na minha prática docente, e não só, tenho investido em pesquisar, experimentar e utilizar recursos educativos abertos para melhorar as estratégias de ensino-aprendizagem com alunos do ensino básico e secundário. No campo da educação especial, em concreto, tenho-me deparado com software livre que permite atender às especificidades dos alunos que tenho, nomeadamente dos que apresentam dificuldades na utilização da linguagem e na comunicação. Experimentei software e recursos livres para SAAC e para a reeducação da dislexia (ex: aplicações de readers para tablets).
Quanto aos cursos online abertos, esta é a minha segunda experiência. O primeiro curso foi sobre a construção de eBooks, muito interessante e útil a nível profissional, no entanto com pouca aplicação prática no dia-a-dia, por falta de tempo. Este curso está a ser excelente para descobrir recursos educativos online e software intuitivo e fácil de usar/ publicar. Dá ainda a oportunidade de contactar com outros profissionais e debater as questões educativas relacionadas com os mesmos.
Todas estas ferramentas – recursos, software e curso – são importantes para melhoria das estratégias de ensino-aprendizagem, na medida que as tornam diversificadas, interativas, multisensoriais e motivadoras.

Zezé disse...

Eu não conhecia os recursos educativos disponíveis na internet, por isso achei o curso MOOC Intec 2014 muito útil e relevante para minha vida profissional. Nunca participei de um curso aberto como este e estou achando extremamente produtivo. Eu usei as ferramentas pela primeira vez no curso, mas já estou ensinando minhas colegas de trabalho a usar as ferramentas que passei a conhecer durante o curso, algumas delas já estão usando, por exemplo, o pinterest e gostando muito. As assessoras da secretaria municipal de educação que visitaram nossa escola não conheciam o knovio e acharam interessante a ferramenta e vão passar essa novidade para o pessoal que trabalha na rede municipal de escolas. Isso significa que o aproveitamento que estou tendo terá efeito multiplicador, como acredito que seja a expectativa dos organizadores deste curso. O potencial de uso é tremendo, permite diversificar as formas de trabalho, os métodos de ensinar e de aprender, divertindo não apenas as crianças, mas prendendo a atenção dos adultos também. Agradeço mais uma vez o pessoal da organização.

Antonia Espirito Santo disse...

Não tenho muita experiência na utilização dos REA (Recursos Educativos Abertos) na minha prática pedagógica pois pelo que li nos recursos disponibilizados, apenas os utilizei em algumas situações pontuais e sem grande conhecimento.
Assim percebi que a Web 2.0 é caracterizada por uma intensificação da participação dos utilizadores, já que as aplicações ao se tornarem acessíveis a todos os utilizadores da rede fazem com que estes deixem de ser consumidores passivos e passem a intervenientes ativos, ou seja passem eles a produtores de conteúdos.
Sem dúvida de que a reunião das características da Web 2.0 (o conteúdo colaborativo, a partilha, o utilizador como uma mais-valia, a organização de conteúdos por parte do utilizador e as aplicações sem ciclos de lançamento) vem facilitar esta produção, resultando num crescimento colossal dos recursos na rede. Todos os dias surge uma multiplicidade de informações na internet, pois os blogues, os portais e os repositórios estão por todo o lado, abrindo a porta a uma vaga de recursos digitais na Internet.
Posteriormente surgem os Open Educacional Resources, em português, os Recursos Educativos Abertos – REA, devido ao sucesso alcançado nos últimos anos pelo Movimento do Software Livre. Os investigadores e educadores decidiram aplicar os mesmos princípios e filosofia na disponibilização de cursos e conteúdos educativos de forma livre e aberta, verificando-se que estes têm sido utilizados em grande escala um pouco por todo o mundo, desde Instituições de Ensino Superior a organizações não governamentais, no sentido de abrir o conhecimento a todos que dele necessitam.
Os Recursos Educativos Abertos (REA) vêm valorizar valores como a cooperação, a partilha e o espírito de comunidade, além de surgirem como uma alternativa prática e democrática à educação elitista e fechada.

Antonia Espirito Santo disse...

Comentário a um trabalho de um colega: o trabalho por mim escolhido para comentar foi a Webquest elaborada pela colega Benedita Carneiro, sobre a promoção de competências sociais em alunos com NEE, e que se encontra no endereço http://zunal.com/webquest.php?w=244786 .
Considero que a atividade construída é muito acessível e que é uma outra forma de abordar este assunto sempre tão necessário aos nossos alunos com NEE. Penso explorá-la na minha prática pedagógica devido ao seu aspeto lúdico e interesse educativo. Parabéns à sua autora.

Celina Gonçalves disse...

Devemos "aproveitar" todos os recursos disponíveis para melhorar a nossa performance enquanto profissionais. Assim, considero os Recursos Educativos Abertos Acessíveis de grande utilidade e que, bem utilizados, podem ser uma grande ferramenta de trabalho.
Devemos, sempre, diversificar as nossas aulas e/ou materiais, com o intuito de captar a atenção dos nossos alunos e assim, alcançar o sucesso.

Helena Taveira Gonçalves disse...


Embora os profissionais ligados à educação e à saúde estejam conscientes da necessidade de investir na implementação de programas educativos adaptados a populações especiais com problemas de comunicação e linguagem deparamo-nos frequentemente com inúmeras dificuldades, entre as quais a escassez de condições materiais e humanas fornecidas pelos ambientes de apoio.
Como tal, é fundamental e prioritário investir no desenvolvimento de tecnologias de apoio, passando pela formação das famílias e dos profissionais, e criando condições materiais e humanas nas escolas.
Era fundamental que todas as escolas possuíssem recursos tecnológicos e que todas as crianças beneficiassem das várias tecnologias da educação existentes e que estas fossem adaptadas a cada caso para que o sucesso de alguns casos de insucesso não fosse uma miragem e que as nossas crianças NEE colmatassem grande parte das suas dificuldades quer motoras quer cognitivas.

Helena Gonçalves

Daniela Póvoa disse...

Muito boa tarde, ainda me faltava este último comentário à questão colocada:

Que utilização tem feito de recursos educativos abertos, software livre, cursos online abertos? Refira em que circunstâncias os utilizou e para que fim. Como encara o seu potencial?

Bom devo dizer que os recursos educativos que foram vindo a ser demonstrados aqui têm sido uma mais valia para o meu conhecimento até porque até aqui ainda não me tinha debruçado muito sobre este assunto. Nem sempre por falta de curiosidade e interesse mas sim por receio do desconhecido. E ainda assim devo dizer que não me sinto muito segura no seu manuseamento mas com muito menos receio de os explorar. Testei muitos deles juntos dos alunos com NEE e houvera mais tempos mais se exploravam. Lamento muito esta sensação que a escola nos dá hoje em dia "sempre tudo muito a correr" sem haver tempo pata parar, respirar e ver com olhos de ver. Foi uma ótima experiência, acho que vai ser uma grande valia para os alunos com limitações mais profundas. Muito obrigada.

Conceicao Durao disse...

Gostei especialmente de quatro trabalhos realizados com aplicativos muito diferentes e com temáticas também muito variadas. Os trabalhos foram: DISLEXIA – DICAS PARA PAIS E PROFESSORES, consultado através do site: http://www.powtoon.com/p/gbhNQhUs35d/ ; o book de Ana Paula Ferreira, consultado através do site http://storybird.com/books/emocoes/?token=s56smq6zfv que aborda o Tema: EMOÇÕES (trabalho para a compreensão das emoções por alunos com PEA – Perturbações do Espectro do Autismo); o GuGuices, trabalho sobre um menino, o Guga, com Síndroma de Cohen, consultado através do site http://storybird.com/books/guguices/?token=bhf58y2tb8 ; e o video sobre as Cores Terciárias, feito pela Teresa Leite com o Windows Live Movie Maker e legendado com o Amara, consultado através do site https://www.youtube.com/watch?v=9BVTGxtUv1c .
Apesar de todos dizerem ser “um recurso aberto” e que contém “a licença Creative Commons”, em nenhum deles são identificas claramente as permissões dadas, nem usados os respetivos simbolos.

Conceicao Durao disse...

Finalizo, deixando também aqui a minha reflexão final sobre esta formação, que estará incluída no meu e-portefólio: Ao longo das 10 semanas de duração deste Curso, disponibilizado numa modalidade  Massive Open Online Courses (MOOC)  que me permitiu, tendo em conta a altura do ano letivo em que decorreu, frequentá-lo, tive acesso a partilhas, recursos e informações muito pertinentes para a minha atividade docente. Nesta formação foi também importante a parceria que estabeleci com a minha colega de grupo, Teresa Viras, pois a partilha foi uma constante e, em conjunto, foi mais fácil abarcar a quantidade imensa de recursos disponibilizados.
Neste período de tempo foram abordadas temáticas muito interessantes, algumas delas pouco conhecidas por mim, motivo pela qual me inscrevi neste Curso. Embora a maioria dos aplicativos salientados já fossem do meu conhecimento, a necessidade em usá-los para a produção dos trabalhos dos quatro módulos serviu para relembrar alguns e conhecer outros que pretendo continuar a usar na minha atividade docente.
O Tema do Curso, “INCLUSÃO E ACESSO ÀS TECNOLOGIAS”, obrigou-nos a refletir sobre as várias Políticas de inclusão e medidas educativas que surgiram ao longo dos tempos, as Acessibilidades Web e tecnologias de apoio que facilitam a inclusão, o melhor Desenho Universal da Aprendizagem e por último, os Recursos Educativos Abertos (REA), a acessibilidade dos documentos e as licenças dos produtos.
O conceito Educação Aberta ou Open Education foi popularizado a partir da década de 70, referindo-se a um conjunto de práticas educativas, é utilizado em todos os níveis de educação e desenvolvida em modo presencial ou à distância. Atualmente, esta expressão é utilizada pelo movimento de recursos educativos abertos, não sendo exclusivo do mesmo [1].
A possibilidade dos alunos acederem, de forma ampla, a materiais e tecnologias, bem como a disponibilização de uma ampla gama de conteúdos e metodologias, aberta a diversos públicos, em locais diferentes, culturas e contextos caracterizam uma Aprendizagem Aberta (Okada, 2008; Willinsky, 2006) [2]. Em meu ver, uma aprendizagem aberta fomenta a partilha e o conhecimento coletivo. Neste sentido, os Recursos Educativos Abertos (REA) são de extrema importância e a utilização de formatos técnicos abertos facilita o acesso e a reutilização potencial dos recursos publicados digitalmente."
---------------------------------
[1] Adaptado de «Educação aberta: histórico, práticas e o contexto dos recursos educacionais abertos», Andreia Inamorato dos Santos, consultado através do site http://www.andreiainamorato.com/wp-content/uploads/2013/06/20130313_Recursos_Educacionais_Abertos_oportunidades_para_as_IES_brasileiras_finalAIS.pdf , em 08-06.2014.
[2] Idem.

Obrigada por tudo.

Teresa Guardão disse...

O trabalho que seleccionei para comentar foi elaborado pelo Grupo Manuela Carvalho, Helena Feijão, Mafalda Coito e Margarida Veloso, o recurso utilizado é Webquest/Zunal e explora a popular história infantil, de Hans Cristian Andersen “O Patinho Feio”. Encontra-se em: http://zunal.com/webquest.php?w=245137
Em primeiro lugar quero dar os parabéns às colegas que realizaram o trabalho pela variedade de ferramentas utilizadas, pela beleza da apresentação, pela diversidade de actividades propostas, criatividade e imaginação.
Parece-me evidente que aprenderam a utilizar os recursos educativos abertos, várias ferramentas web 2.0, souberam fazer as hiperligações ao youtube e a sites com actividades adequadas à faixa etária à qual se destina o trabalho.
Sem dúvida que qualquer criança em idade pré-escolar, ou até do 1ºCiclo, ficará entusiasmada com as propostas apresentadas. Terei muito gosto em partilhar o link para que outras educadoras de infância o possam apreciar.

Ernestina Gonçalves disse...



Adaptações tecnológicas

Podemos definir Adaptação Tecnológica como uma Tecnologia que foi desenvolvida para todas as pessoas, mas que devido às suas características podem ser utilizadas por pessoas com necessidades educativas especiais. Referimo-nos a todo o tipo de mecanismo que determinada tecnologia oferece, que facilmente pode ser utilizada em contextos especiais, apesar dessa tecnologia não ter sido desenvolvida, especificamente para pessoas com necessidades educativas especiais.
Toda e qualquer ferramenta tecnológica cujas características permitam trabalhar com alunos com necessidades educativas especiais é considerada uma adaptação tecnológica.
No âmbito das adaptações tecnológicas, importa a rentabilização dos recursos pedagógicos numa perspetiva de enquadramento das características individuais do aluno e das suas necessidades específicas. Na utilização destes recursos, Software Inclusivo, impõe-se a adequação de estratégias às competências que se pretendem desenvolver, em contexto educativo, com cada aluno.
Era fundamental que as escolas possuíssem recursos tecnológicos suficientes e que todas as crianças beneficiassem das várias tecnologias inclusivas existentes e que estas, fossem adaptadas a cada caso para que o sucesso não fosse uma miragem! Que as nossas crianças NEE resolvessem parte das suas dificuldades quer físicas quer cognitivas.

Cidália Araújo disse...

Na minha experiência profissional tenho recorrido a alguns softwares livres para a criação de recursos educativos para as aulas. Estes recursos têm o potencial de permitir a utilização do potencial das TIC em contexto educativo de forma gratuita, potenciando que os professores/formadores possam criar os seus próprios materiais para divulgar conteúdos programáticos. Existe, assim, mais oportunidades de se adaptar as TIC ao público específico com o qual o professor trabalha.
Em relação aos cursos online abertos, a minha única experiência foi nesta formação. Esta a ser uma experiência muito interessante quer pela estrutura do curso quer pelos conteúdos. O facto de ser gratuito leva a que mais pessoas possam frequentar esses cursos, o que favorece a difusão do conhecimento a todas as classes sociais.

Cidália Araújo disse...

Optei por comentar o trabalho do grupo de Paula Melo e Ana Carvalho, disponível no seguinte link :
http://storybird.com/books/guguices/?token=bhf58y2tb8
Trata da história de um menino com síndrome de cohen. Achei muito pertinente a criação de uma história para explicar as características da síndrome. Além disso, as ilustrações são muito bem conseguidas, são muito coloridas e dão vida à história.

Bruno Marçal disse...

Neste módulo 4 optamos por fazer um pequeno vídeo sobre a relação da Biblioteca do ISCTE-IUL com o Acesso Livre ao Conhecimento e ao mesmo tempo um paralelo dando conta da utilização privilegiada de software gratuito e de código aberto.

A aposta no Acesso Aberto ou Open Access enquadra-se num movimento nacional e internacional de divulgação da produção científica realizada dentro das instituições por investigadores que desta forma fazem chegar o resultado do seu trabalho a um público muito mais vasto e mais rapidamente. As vantagens inerentes à partilha de informação em Acesso Aberto são inúmeras e para todos os intervenientes, investigadores, instituições e público em geral.

O Repositório ISCTE-IUL tem uma taxa de crescimento muito considerável e partilha a sua informação com outros sistemas como é o caso do Portal RCAAP – Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal.

Relativamente ao software Open Source o maior destaque vai para a utilização do software de gestão de bibliotecas Koha, sendo que foram feitas inúmeras melhorias e novos desenvolvimentos nesta plataforma para melhor servir os interesses da instituição e interação com inúmeros sistemas de informação internos.

Paulo Borges disse...


Olá.
Como trabalho para comentar escolhi o trabalho realizado em ferramenta ZooBurst pela colega Paula Cris. Este trabalho consiste num livro em Pop Up que utiliza imagens do Pinterest e citações alusivas ao dia da criança extraídas de obras de vários autores. É um livro com muita criatividade interactivo em 3D. Uma excelente forma de comemorar o dia da criança sendo divertido e com citações muito pertinentes sobre as crianças. Parabéns à autora. É um excelente recurso educativo aberto para ser utilizado. Deixo-vos o link para que possam dar uma vista de olhos.
http://www.zooburst.com/zb_books-viewer.php?book=zb01_53355d822f77c

Cumprimentos
Paulo Borges

Teresa Viras disse...

Escolhi o trabalho DISLEXIA – DICAS PARA PAIS E PROFESSORES, consultado através do site: http://www.powtoon.com/p/gbhNQhUs35d/ porque gostei da ferramenta utilizada, da temática abordada e da forma como foi abordada, simples e esclarecedora.
Obviamente que também vi e gostei de outros trabalhos realizados com a utilização de outras ferramentas e abordando outras temáticas, apenas refiro um, como solicitado, e o qual me cativou pelas razões que referi anteriormente.

Zezé disse...

Escolhi comentar o trabalho de Nuno Correia, disponível em http://needificar.blogspot.com.br/p/modulo-iv.html. Trata-se de uma continuidade do trabalho por ele realizado no módulo III. O colega escolheu o powtoon como opção de recurso tecnológico para ensinar como devemos proceder (ou não proceder) no convívio com pessoas portadoras de deficiência visual. Ele cumpriu todas as exigências do curso para a atividade escolhida, fazendo uso de uma ferramenta agradável e divertida, embora pouco conhecida e utilizada pelos educadores, ao menos no Brasil e na região onde vivo. Achei os exemplos do vídeo muito engraçados e o autor conseguiu nos mostrar como realmente enxergamos a vida diferente dos que não enxergam e até chegamos a vê-los como "outras pessoas", causando-nos tanto impacto a visão de um cego caminhando sozinho na rua, que paramos de conversar para o observarmos vencendo os obstáculos à sua volta.
Alguns slides tive de ver de novo, para entender melhor a situação descrita, portanto, é claro que a produção de imagens e sua relação com sentidos exige mais experiência e nosso querido amigo Nuno é, como eu, um amador muito esforçado e não um renomado diretor hollywoodiano (risos). Com certeza vai aprimorar o uso da ferramenta e se tornar em breve um expert na elaboração de material em vídeo, para nosso divertimento e aprendizagens.
O que eu percebi ao ver o trabalho do Nuno eu não tinha visto no meu. Como ele tratou da deficiência visual, fez um vídeo apenas com imagens, sem narração, ou seja, não pensou na acessibilidade do material para portadores de deficiência visual. Claro que ele está fazendo material para ensinar pessoas que enxergam a conviver melhor com portadores de deficiência visual, mas poderia ter acrescentado uma narração das imagens, tornando o material mais acessível.
Fui rapidamente ver o meu e vi que fiz a mesma coisa. Me esqueci de trabalhar nele o aumento da acessibilidade, sendo esta uma outra grande contribuição desta atividade do módulo, a de comentar o trabalho dos colegas. Ver virtudes e deficiências nos outros e no que produzem na vida é essencial para apurar nossa capacidade de olhar para nós mesmos e ver em que estamos também errando e acertando, rumo à conquista da felicidade.
Muito obrigada, Nuno. Achei comovente sua preocupação com os que enxergam pouco ou não enxergam, reveladora de seu caráter bondoso, íntegro, humano, gentil e afetuoso. Precisamos de pessoas assim para povoar a Terra com candura.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Eduardo Silva disse...

Bom dia.

A minha experiência com recursos educativos abertos é nula até ao momento em que iniciei este MOOC. É difícil explicar o quanto estou entusiasmado com esta experiência, pois enquanto leigo em matéria de tecnologias de informação, vim descobrir um enorme leque de recursos que posso vir ou não a utilizar no futuro, mas que, sem a possibilidade de acesso a este curso gratuito, seria diminuta a possibilidade conhecer.e poder utilizar nos diversos contextos as ferramentas à disposição.
No entanto, como consumidor de leituras de artigos dispostos na internet, tenho-me questionado, relativamente aos direitos de autor e à utilização indevida da informação colocada à disposição dos internautas e da comunidade científica.

José Almeida disse...

Relativamente ao comentário a um trabalho de um colega, escolhi o seguinte: http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue.

Considero que a atividade está muito interessante, de fácil compreensão, bem estruturada e sobretudo com bastante interesse pedagógico. Uma estratégia a utilizar.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Fatima Cunha disse...

Olá boa noite,

Deixo mais uma vez o link do meu e-portefólio com o registo de todos os trabalhos.

http://fatimacunha1984.wix.com/portefolio

Obrigada!
Até breve!

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Ana Figueiredo disse...

Após a visualização dos trabalhos apresentados selecionei alguns dos quais destaco os conteúdos abordados, na medida em que são recursos educativos motivadores para crianças/alunos e que se enquadram nos objetivos da Educação Pré-escolar e nas Metas Curriculares do 1.º Ciclo: os sentidos e a higiene pessoal.

Andreia Branco e Ana Rodrigues - https://storybird.com/books/os-sentidos/?token=4hdqn9p96s

Susana Martins - http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view%20&book=92434&page=1

A nível profissional também considerei muito interessantes os trabalhos relativos à “Disgrafia e Disortografia” e “Miffy vai à escola”.
Relativamente ao primeiro considero estes conhecimentos científicos importantes pois são essenciais para auxiliarmos e realizarmos prematuramente o encaminhamento das crianças/ alunos para outros serviços de apoio especializado.
O segundo é uma das temáticas das quais gostaria de ter mais conhecimento e evoluir profissionalmente de modo a ter possibilidade de trabalhar nesta área de ensino (NEE), por isso destaco este recurso que facilita a comunicação de crianças/alunos com dificuldades de compreensão e expressão da linguagem oral.
Destaco deste modo também o vídeo https://www.youtube.com/watch?v=ajoMZBsqVwA#t=11 apresentado no blog Educação Bilingue de Alunos Surdos que nos demonstra o percurso e os objetivos alcançados por alunos surdos com recurso a pictogramas de ARASSAC.

José Manuel Amaral - http://prezi.com/vepm7oej1igj/disgrafia-e-disortografia/?utm_campaign=share&utm_medium=copy

Cristina Neto - http://www.slideshare.net/CristinaNeto1/a-miffy-vai-a-escola-cc

Zezé disse...

Eu não conhecia os recursos educativos disponíveis na internet, por isso achei o curso MOOC Intec 2014 muito útil e relevante para minha vida profissional. Nunca participei de um curso aberto como este e estou achando extremamente produtivo.
Eu usei as ferramentas pela primeira vez no curso, mas já estou ensinando minhas colegas de trabalho a usar as ferramentas que passei a conhecer durante o curso, algumas delas já estão usando, por exemplo, o pinterest e gostando muito.
As assessoras da secretaria municipal de educação que visitaram nossa escola não conheciam o knovio e acharam interessante a ferramenta e vão passar essa novidade para o pessoal que trabalha na rede municipal de escolas. Isso significa que o aproveitamento que estou tendo terá efeito multiplicador, como acredito que seja a expectativa dos organizadores deste curso.
O potencial de uso é tremendo, permite diversificar as formas de trabalho, os métodos de ensinar e de aprender, divertindo não apenas as crianças, mas prendendo a atenção dos adultos também.
Agradeço mais uma vez o pessoal da organização.

Sofia Oliveira disse...

Boa tarde!
Até agora tenho utilizado apenas recursos mais "básicos", como o movie maker, Youtube, etc. Com o desafio que tive para fazer esta formação online, tive conhecimento de muitos recursos e explorei muitos deles, que achei uma mais valia para o trabalho que desenvolvo no dia-a-dia.
A meu ver o Uso de Recursos Abertos Acessíveis são de grande utilidade e facilitam a motivação dos alunos para o trabalho, no meu caso, que trabalho com crianças com necessidades Educativas Especiais, existem materiais muito interessantes.
Alguns dos recursos ainda não tive oportunidade de explorar convenientemente, mas espero fazê-lo num futuro próximo.

Helena Fonseca disse...

Boa tarde,

Estive a ver o trabalho de Paula Sousa, através do seu link: http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf. O seu trabalho sobre discalculia, um tema pouco usual no dia-a-dia da escola, está elaborado em jeito de reflexão, sendo muito esclarecedor. A ferramenta que a colega utilizou – Storybird, torna a apresentação do tema fácil de divulgar, de publicar na internet e mais acessível ao público em geral. As imagens enriquecem a informação apresentada, contextualizando e promovendo a sequência de ideias. Bom trabalho!

Maria de Fátima Martins disse...

Comentário ao trabalho de colega

Módulo 4



Gostaria de salientar que todos os trabalhos apresentados são muito ricos e poderão ser de grande utilidade para qualquer docente de educação especial, no trabalho a desenvolver com os alunos, com as famílias e com os colegas de escola.

Tendo de salientar um deles, optei pelo da colega Valentina Cardoso. A escolha inicial deste trabalho foi o facto de estar a abordar essa temática com os meus alunos e, ter resolvido explorar o livro com eles. Achei a abordagem apelativa, enriquecida com as imagens e com a história que nos é contada.

Ana Figueiredo disse...

Adquiri conhecimento de recursos e softwares abertos em ambiente académico, no entanto, recorro a estes como meio de motivação, auxílio aos conteúdos programáticos diariamente. Estes recursos e softwares apoiam a implementação e avaliação dos objetivos a atingir, isto porque permitem um maior envolvimento das crianças/alunos facilitando assim a compreensão e aquisição dos conteúdos.

Recurso educativo aberto:
Escolovar – http://www.escolovar.org/ – recurso com diversos documentos e aplicações destinadas ao Pré-escolar e 1.º Ciclo.

Softwares livres:
Clic Mat – http://www.dgidc.min-edu.pt/recursos_multimedia/ – software dirigido a alunos do 1.º ao 9.º ano com atividades matemáticas interativas.

GeoGebra – http://www.geogebra.org/cms/pt_BR/ – materiais livres e software dirigido a alunos do 1.º ano ao nível universitário para a aprendizagem e ensino - geometria interativa, álgebra, estatística e software de cálculo.

Relativamente aos cursos online abertos, este foi o primeiro em que participei e tomei conhecimento da dinâmica estabelecida. A partir do momento que tive conhecimento do curso MOOC Inclusão e Acesso às Tecnologias fiquei bastante incentivada e entusiasmada em participar, pela aprendizagem de conteúdos e conhecimento de práticas e experiências a nível profissional e individual dos restantes participantes.

Celina Gonçalves disse...

Boa noite

Tendo nós que comentar um trabalho elaborado por um colega, escolhi o trabalho realizado pela colega Cristina Neto, o slideshare com a história “Miffy vai à escola” (http://www.slideshare.net/CristinaNeto1/a-miffy-vai-a-escola-cc) da qual gostei particularmente. Penso que foi uma apresentação muito bem conseguida, com personagens atuais e que, com certeza, iriam captar a atenção de uma qualquer criança com a qual pretendêssemos utiliza-la.
Parabéns à autora

Docente de Educação Especial Vanda Simões disse...

No que diz respeito aos trabalhos dos colegas de uma forma geral, e talvez porque a minha formação de base é Educação de Infância, gostei especialmente da criação de histórias através do story bird, opção de vários colegas, inclusive eu própria.. Em particular destaco o trabalho “Produtos de apoio para a cegueira e baixa visão”. do colega José Rodrigues, a quem dou desde já os meus parabéns.
Já tive um aluno cego no pré-escolar e foi uma experiência tão marcante que jamais esquecerei os mais pequenos pormenores,. Todos os dispositivos que possam rentabilizar o trabalho pedagógico com alunos cegos ou com baixa visão são muito importantes para a independência, bem estar e auto estima destas crianças/jovens. Mas penso que é preciso conhecer mais acerca das verdadeiras limitações destes alunos e por momentos convidar os outros a vestir a sua pele" ficando privados desta janela para o mundo que os nossos olhos proporcionam.
Atualmente não tenho alunos cegos, mas com este trabalho revivi as minhas experiências anteriores e refleti mais e melhor acerca de outras formas de melhorara a minha prática pedagógica.
Parabéns

Frederico Lima disse...

Os Recursos Educativos Abertos (REA) dizem respeito a um conjunto de materiais que podem ser utilizados nos contextos educativos e que estão com licenças abertas e/ou são do domínio público, sendo permitido o seu uso, reutilização ou adaptação. Estão incluídos nos REA teses, dissertações, artigos científicos, bases de dados de referências bibliográficas, planos de aula, protocolos de experiências, software livre, cursos on-line (MOOC, p. ex.), livros, testes, questionários, vídeos, etc., etc.
O facto de estarem sob licenças abertas determina que os recursos aos quais elas não foram atribuídas não podem ser considerados Recursos Educativos Abertos. Assim, a diferença entre um REA e um outro qualquer recurso é feita pela licença.
A reutilização de recursos parece ser, na verdade, um recurso e uma necessidade dos professores. Criamos alguns materiais a pensar em determinado grupo e/ou turma e pode revelar-se de grande utilidade a sua adaptação e reutilização em outras salas de aula. A experiência com os alunos, a reflexão sobre a prática pode levar-nos a acrescentar ou retirar itens aos nossos planos de aula, aos materiais e/ou aos recursos, sem termos de os criar de raiz.
Os REA são, seguramente, um valioso contributo para minimizar os elevados custos que o ensino, a formação e a educação acarretam, tornando o acesso mais democrático.

Kar disse...

Olá,

0ptei por comentar o trabalho feito em storybird da colega Gracinda Beiriz, subordinado ao tema "Hiperatividade e Défice de Atenção (PHDA) GUIA PARA PROFESSORES".

O trabalho é sucinto, claro e eficaz e parece-me que cumpre com o triplo objetivo da tarefa.
Obrigada pela partilha!

Frederico Lima disse...

Comentário sobre o trabalho de um colega
Não foi fácil selecionar um trabalho para comentar. Há, na verdade, muitos e riquíssimos trabalhos. Mas uma vez que essa era uma vontade da equipa de facilitadores, a minha opção recaiu sobre um trabalho da autoria da Anabela Campos Carvalho que, usando a ferramenta Storybird, nos fala sobre o recurso a animais na intervenção junto de pessoas com Perturbação do Espetro do Autismo. Recorrendo a imagens apelativas, a colega faz uma síntese breve mas clara do que é este tipo de perturbação e, a meu ver, revela uma considerável abertura à inovação através da introdução de uma terapia inovadora e, certamente, muito do agrado das crianças e jovens.
O link é https://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue.
Penso que a colega conseguiu muito bem alcançar o objetivo a que se propôs.

Mª Fátima Fernandes disse...

Olá!
O conhecimento que eu tenho sobre os recursos REA são vagos e ao longo dos meus anos de trabalho não os utilizei de uma forma sistemática e consistente. Não o fiz porque não tinha o conhecimento necessário e, embora tenha feito alguma formação nessa área, não foi o suficiente para pôr em prática. Considero, no entanto, que estes recursos são uma enorme mais-valia como facilitadores no desenvolvimento biopsicossocial de todos os alunos, com especial incidência nos alunos com NEE.
Apesar da minha incipiente experiência, no ano letivo passado, criei um blog com os meus alunos, que tem ajudado de uma forma muito positiva a aumentar a sua motivação, autoestima, autoconfiança, sentido de partilha e responsabilidade.
Também tenho utilizado sites educativos livres para o desenvolvimento de competências dos meus alunos de Currículo Específico Individual, para os quais é muito difícil obter materiais e recursos.
Este curso tem sido uma fonte inesgotável de informação de recursos, que eu não tenho podido explorar tanto quanto queria, pois tenho sido limitada pelo meu desconhecimento. Necessito de muito tempo para explorar e experimentar e tal como o questionário Vark me permitiu constatar, eu aprendo experimentando, experimentando e experimentando.

Cláudia Rosado e Silva disse...

Ao longo do meu percurso académico e profissional recorri por multiplas vezes a Recursos Educativos Abertos Acessíveis. Destaco Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal (RCAAP), recurso de excelência no âmbito dos artigos científicos. Sou utilizadora tanto como investigadora quer como autora.

Cláudia Rosado e Silva disse...

Boa noite,

Fica aqui o link para a atividade deste módulo:

http://claudiarosadosilva.wix.com/-e-portefolio#!recursos-educativos-abertos-acessveis/c16lx

Deniss disse...


Boa noite,

Realizando a minha actividade profissional numa Biblioteca do Ensino Superior com Repositório a minha experiência tanto é, ao nível da utilização dos recursos educativos abertos, como ao nível da gestão das bases de dados com estes conteúdos e promoção dos mesmos em acções de formação que ministro.
O acesso à informação tem de ser democratizado, o conhecimento tem de ser partilhado independentemente de terem menos ou mais recursos económicos, ainda mais quando existem dinheiros públicos envolvidos. Existem inúmeros benefícios para o autor com a partilha da sua produção académica, como por exemplo, aumento de visibilidade (podendo repercutir-se no número de citações), entre outros, sendo a sua autoria sempre salvaguardada.

No módulo 4 optamos por fazer um pequeno vídeo sobre a relação da Biblioteca do ISCTE-IUL com o Acesso Livre ao Conhecimento e a utilização pela mesma de software gratuito e de código aberto.

O Repositório ISCTE-IUL tem uma taxa de crescimento muito considerável e partilha a sua informação com outros sistemas como é o caso do Portal RCAAP – Repositório Cientifico de Acesso Aberto de Portugal.

Relativamente ao software Open Source o maior destaque vai para a utilização do software de gestão de bibliotecas Koha, sendo que foram feitas inúmeras melhorias e novos desenvolvimentos nesta plataforma para melhor servir os interesses da instituição e interação com inúmeros sistemas de informação internos.


Denise

Deniss disse...

Boa noite,

Fica o link para a actividade deste módulo.

http://eportefoliodedenisesantos.wordpress.com/modulo-4/

Cláudia Rosado e Silva disse...

Boa noite!
Tive algumas dificuldades em optar por um trabalho, uma vez que todos os trabalhos que tive oportunidade de ver iam de encontro ao pretendido e de qualidade aceitável.
Assim, o trabalho escolhido para comentar foi o da Teresa Leite, que realizou uma Webquest (https://www.youtube.com/watch?v=9BVTGxtUv1c) cujo objetivo era permitir aos alunos adquirir a noção de cores secundárias, a partir das cores primárias.
Na minha opinião, o objectivo foi conseguido. Gostei muito!

Deniss disse...

Comentário a trabalho de colega:


Link do trabalho:

http://bookbuilder.cast.org/view.php?op=view%20&book=91532&page=1

O trabalho efectuado pela colega está muito bem conseguido, permite a assimilação dos conhecimentos utilizando os diferentes estilos de aprendizagem - visual, auditivo, escrito/leitura, cinestésico. O trabalho pelas images escolhidas, a voz, movimento e a dinâmica criada entre os animais torna-se apelativa para o aluno. A informação transmitida está simples, clara e objectiva.Como ferramenta necessitava de constar a licença de utilização para que possa ser um Recurso Educativo Aberto. Parabéns pela escolha do recurso e a forma como foi elaborado!

Mosaico - Nadja Pinho disse...

Meu comentário é referente ao trabalho de Psousa utilizando a ferramenta Storybird - Discalculia: um caminho ainda a percorrer... (http://storybird.com/books/discalculia-um-caminho-ainda-a-percorrer/?token=fetxhu24uf).
A apresentação me motivou a conhecer a ferramenta e experimentá-la. Minha tentativa resultou na construção de um livro sobre os tipos de deficiência, que postei em meu blog (http://nadjapinhomosaico.blogspot.com.br/).
A ferramenta é fácil de ser utilizada e traz imagens agrupadas por temas. Não tenho certeza de que explorei todos os recursos que ela oferece. Como gostaria de inserir as imagens que capturei da internet, frustrei-me por não encontrar esta possibilidade. Observei também que o editor de texto só permite uma determinada formatação e parece ter um corretor ortográfico que modifica automaticamente o texto, tornando-o muitas vezes incompreensível.

Helena Taveira Gonçalves disse...

Comentário Módulo 4:
Como professora de educação especial sei que é fundamental o uso de materiais pedagógicos e didácticos para facilitar as aprendizagens e o sucesso de cada aluno/indivíduo.
Este módulo ajudou-me a conhecer novas ferramentas digitais que desconhecia e conhecer mais a espaços virtuais para partilha de conhecimentos e aquisições de novas competências. O conhecimento de recursos de acessibilidade e o domínio de ferramentas digitais vão permitir superar algumas das barreiras existentes e ajudar a dar oportunidade de acesso ao ensino para todos,permitindo melhorar e aumentar o saber e responder às necessidades específicas de cada aluno, diminuindo as barreiras existentes e proporcionando novas experiências.

Gracinda Cadilhe disse...

O meu comentário é sobre o trabalho da colega Anabela Campos (http://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue).

Estudos publicados a partir da década de 60 evidenciam o potencial terapêutico da participação de animais de estimação em situações clínicas. Desde então, as pesquisas e as práticas das denominadas Terapia Assistida por Animais (TAA) estão em amplo crescimento. É um estímulo multissensorial, que chama a atenção dos alunos com necessidades educativas especiais.
Desta forma, achei de interesse relevante o trabalho publicado pela colega Anabela Campos no sentido de divulgar estas actividades que vão de encontro às necessidades dos nossos alunos.
No meu contexto escolar promovi a TAA durante este ano letivo. A presença dos cães, neste caso, tem como objetivo tornar os alunos mais cooperantes e, a médio prazo, a generalização dos comportamentos gerados nas sessões aplicá-los na vida quotidiana. O treino permite efetuar exercícios que captam de tal forma a atenção dos alunos, que estes mantêm a sua concentração positiva face às experiências. Proporcionar esta modalidade de intervenção aos nossos alunos da educação especial, com o objetivo de compreendermos/avaliarmos as suas capacidades de interação com cães foi no mínimo surpreendente!
Os alunos demonstraram sempre muito interesse em participar nas sessões aguardando-as com expectativa, e revelando uma melhoria significativa desde a primeira até à última sessão. Os técnicos responsáveis pela atividade demonstraram ter um bom perfil para colaborar com estes alunos, pois conseguiram cativar a sua atenção, mesmo nos alunos com patologias como o autismo.
Durante este ano letivo, procuramos promover uma sessão por mês que foi cumprido a partir do momento que estabelecemos uma parceria com dois técnicos desta área.

Gracinda Cadilhe disse...

Na minha prática docente, e não só, tenho investido em pesquisar, experimentar e utilizar recursos educativos abertos para melhorar as estratégias de ensino-aprendizagem com alunos da educação especial. Tenho-me deparado com software livre que permite atender às especificidades dos alunos que tenho, nomeadamente dos que apresentam dificuldades na utilização da linguagem e na comunicação.
Quanto aos cursos online abertos, esta é a minha primeira experiência. Este curso está a ser excelente para descobrir recursos educativos online e software intuitivo e fácil de usar/ publicar o que se verifica uma mais valia. Por outro lado, permite-me a oportunidade de contactar com outros profissionais e debater as questões educativas relacionadas com os mesmos.

Helena Taveira Gonçalves disse...

É complicado selecionar um trabalho de um colega, uma vez que todos são interessantes. Vou comentar o trabalho da colega Anabela campos "Intervenção assistida por animais"https://storybird.com/books/a-intervencao-assistida-por-animais-uma-outra-pers/?token=cw8adaqdue para além de ser um tema bastante cativante, pois está ligado à minha profissão e a crianças NEE e principalmente a crianças autistas, problemática muitas vezes difícil de ser trabalhada.
A maioria das crianças adoram animais, eles são para muitos o seu melhor amigo por isso mesmo quem melhor de que esse amigo para os ajudar a comunicar e a sentirem-se melhores.
Nas terapias assistidas por animais, a presença do animal é benéfica, favorece a interação entre as crianças e os terapeutas. A criança autista, por exemplo vai desenvolvendo as competências sociais e cognitivas que se encontram em deficit, sem frustrações.
Cada vez mais estas terapias são usadas em crianças e jovens NEE, demonstrando o seu beneficio no contributo para o desenvolvimento a todos os níveis social, cognitivo, sensorial, sentimental,físico, entre outros.

Parabéns a Anabela e a todos os que frequentaram esta formação.
Helena Taveira Gonçalves

Ernestina Gonçalves disse...

Olá, boa tarde.
Este não foi o primeiro contato com os recursos educativos abertos acessíveis, mas foi o mais importante e mais aprofundado. É importante o domínio destas áreas, pois, permitem uma maior acessibilidade de conteúdos e formas de aprendizagem mais estimulantes que vão contribuir para que o conhecimento esteja acessível a “todos”, respeitando as diferenças e ritmos próprios.
Aproveito para felicitar a colega Cristina, pelo seu slideshere com a historia “Miffy vai à escola” http://www.slideshare.net/CristinaNeto1/a-miffy-vai-a-escola-cc. Achei muito interessante o aproveitamento de personagens que os “miúdos” gostam para planificar e assim promover conhecimento de uma forma lúdica, acessível e simpática.

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